domingo, outubro 25, 2026
Publicidade
Google search engine
Google search engine

Decisão de Cármen Lúcia no STF pode barrar ou liberar fichas-sujas para as eleições de 2026

Publicidade
Google search engine
Publicação disponível em áudio:
Pronto para tocar o áudio.
Configurações do leitor

O futuro de centenas de políticos condenados por improbidade administrativa está travado no Supremo Tribunal Federal. A ministra Cármen Lúcia completa, nesta quarta-feira (6), quatro meses sem julgar uma ação que pode mudar drasticamente quem poderá pedir votos nas eleições de 2026.

A polêmica gira em torno da Lei Complementar 219/2025. Aprovada pelo Congresso Nacional, essa nova regra deu uma ‘folga’ na Lei da Ficha Limpa, abrindo caminho para que nomes conhecidos da política brasileira tentem recuperar seus direitos políticos e disputar novos cargos.

Entre os interessados na decisão estão figuras como os ex-governadores Anthony Garotinho e José Roberto Arruda, além do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Eles dependem do entendimento do STF sobre a validade dessa flexibilização das regras de inelegibilidade.

A ação que tenta derrubar a nova lei foi movida pelo partido Rede Sustentabilidade. O grupo argumenta que facilitar a volta de condenados ao poder fere a integridade das eleições e pede que a norma seja suspensa imediatamente de forma cautelar.

Se a nova legislação seguir valendo, o cenário eleitoral de 2026 pode ser inundado por candidatos que, até setembro de 2025, estavam proibidos de concorrer. A decisão final de Cármen Lúcia deve definir se o rigor da Ficha Limpa continua ou se as novas brechas serão mantidas.

Relacionados
- Advertisment -
Google search engine

Most Popular

Recent Comments