“Reconhecer o mérito deveria ser parte essencial da cultura nacional”, destaca Mauricio Lima, CEO da Editora Abril.
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| Foto: Divulgação/Revista VEJA | |
O reconhecimento de pessoas e empresas que empreendem, investem, inovam, assumem riscos e criam empregos em um país que busca crescer e gerar oportunidades não deve ser encarado como uma simples celebração, mas sim como uma parte essencial da cultura nacional. Essa é a visão apresentada por Mauricio Lima em artigo de opinião publicado na VEJA.
Para o autor, o mérito é um dos valores que exigem reafirmação contínua. Com essa perspectiva, a VEJA NEGÓCIOS promove pela segunda vez o prêmio TOP30 para valorizar executivos e companhias que transformam seus setores e a sociedade, ressaltando a ideia de que o sucesso vindo de trabalho, talento e competência merece aplausos.
Na visão de Mauricio Lima, essa convicção faz parte da trajetória da própria Editora Abril, cujas marcas acompanharam transformações do país e defenderam a força das ideias, o conhecimento, a liberdade e a iniciativa privada como motores do desenvolvimento. Ele pontua que ter história não significa viver do passado e que a empresa se movimenta em um cenário diferente.
O autor destaca que a atuação atual é multiplataforma, abrangendo revistas, ambiente digital, redes sociais, eventos e Smart TVs pelo canal VEJA+, que alcança 16 milhões de espectadores. Suas 22 marcas construíram credibilidade, algo que não é produzido por algoritmos nem adquirido rapidamente.
Segundo Mauricio Lima, o contexto presente é desafiador devido à dificuldade de separar informação de ruído, agravada pela fragmentação das audiências, pela velocidade das redes sociais e pela propagação de fake news. Nesse ambiente, o autor avalia que veículos jornalísticos possuem grande responsabilidade: a de procurar a verdade, e não a de se colocarem como donos dela.
Ele afirma que a tecnologia e a forma como as pessoas consomem informação seguirão mudando velozmente e que a empresa acompanhará essa transformação.
Por fim, o autor conclui que o TOP30 reflete a defesa da livre-iniciativa, sustentando que sociedades prósperas valorizam quem realiza e que companhias duradouras preservam a credibilidade enquanto têm coragem para mudar o que o futuro exige.