| Defesa da produção e ausência de recursos públicos
Ao ser questionado por jornalistas durante o cumprimento de agendas eleitorais na capital roraimense, o pré-candidato rechaçou qualquer tipo de irregularidade no financiamento ou na execução do longa-metragem. O senador destacou a origem privada de todo o aporte financeiro investido na obra.
“Olha, não tem absolutamente nada de errado com esse filme, não tem um centavo de dinheiro público”, declarou a jornalistas.
O parlamentar reiterou a transparência das contas associadas ao projeto audiovisual e reforçou a inexistência de elementos ilícitos na produção.
“Eu já cansei de falar: pode revirar do avesso, de cima para baixo, de trás para a frente, de um lado para o outro, de ponta-cabeça que não vai ter nada”, acrescentou o senador.
| Tramitação das investigações no Supremo Tribunal Federal
O processo apuratório referente ao investimento financeiro do filme está dividido em diferentes frentes de análise dentro da Suprema Corte. A estrutura de apuração conta com os seguintes pontos:
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Inquérito sob relatoria do ministro Flávio Dino, destinado a examinar supostos direcionamentos de verbas orçamentárias parlamentares.
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Assinatura do despacho judicial autorizativo por Dino ocorrida em 3 de setembro.
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Deflagração de mandados de busca contra alvos ligados à produtora e ao ex-secretário Mário Frias.
| Motivações políticas e cenários das pesquisas eleitorais
A defesa do candidato argumenta que a movimentação policial possui estrita relação com os índices recentes divulgados pelos levantamentos de intenção de voto para a Presidência da República.
“O que tem claramente é uma tentativa de interferência política mais uma vez, agora do ministro Flávio Dino, sobre as eleições”, disse.
Para o senador, a deflagração da operação no momento atual da corrida eleitoral visa desacelerar o crescimento de sua candidatura junto ao eleitorado.