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A presidência brasileira da COP30 divulgou dois mapas globais para orientar a transição para longe dos combustíveis fósseis e o fim do desmatamento e da degradação florestal. Segundo os organizadores, os roteiros ajudam governos a avaliar sua situação, planejar medidas e aplicar compromissos climáticos já acordados.
O mapa de transição energética propõe que cada país faça um diagnóstico da oferta e da demanda de energia, da dependência fiscal do setor e dos investimentos. Entre as medidas sugeridas estão planejamento de longo prazo, cooperação entre governos e empresas, ampliação de energia acessível e de baixa emissão, eletrificação e eficiência energética.
O roteiro florestal considera florestas tropicais, subtropicais, temperadas e boreais, além de ecossistemas como manguezais e turfeiras. As orientações abrangem conservação, manejo sustentável, agrossilvicultura e bioeconomia, combate à degradação e ao desmatamento, e restauração de áreas.
A presidência afirma que os mapas não fazem parte de uma nova negociação; são ferramentas para transformar decisões existentes em planos nacionais e ações coordenadas. Os documentos foram apresentados poucos dias antes da COP31, marcada para 9 a 20 de novembro em Antália, na Turquia.



