O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) já definiu como pretende gastar seus recursos em 2026. Através de um novo decreto, o órgão estabeleceu um orçamento de mais de R$ 3,88 bilhões para custear suas atividades, pessoal e melhorias em todo o estado.
A maior fatia desse montante será consumida pelo pagamento de salários e encargos. Para se ter uma ideia, os gastos com magistrados e servidores do primeiro grau devem chegar a R$ 2,4 bilhões, enquanto o segundo grau terá um custo superior a R$ 322,6 milhões na folha de pagamento.
Além dos salários, o planejamento financeiro reserva valores expressivos para a saúde. Estão previstos mais de R$ 177,6 milhões para assistência médica e odontológica de quem trabalha no primeiro grau, e outros R$ 23,7 milhões para o pessoal do segundo grau.
A parte de infraestrutura e tecnologia também recebeu atenção no plano. O Fundo de Aparelhamento Judiciário terá cerca de R$ 656,4 milhões para investir em novos computadores, sistemas de informática e na construção e reforma de fóruns pelo interior e capital.
O decreto assinado pela presidência da Corte detalha ainda que R$ 45,3 milhões serão exclusivos para obras em unidades judiciárias de primeiro grau. Outros R$ 4,35 milhões vão para o fundo de segurança, garantindo a proteção de magistrados e equipamentos.
O planejamento busca equilibrar as contas do Judiciário baiano para o ano de 2026, seguindo as regras de execução financeira e o cronograma de desembolso mensal aprovado pelo tribunal.




