O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu prorrogar por mais 60 dias a investigação da Polícia Federal sobre os bloqueios em rodovias federais que ocorreram logo após as eleições de 2022.
A decisão atende a um pedido da própria PF, que alegou precisar de mais tempo para finalizar diligências que ainda estão em andamento. O inquérito corre sob segredo de Justiça e busca punir quem organizou e financiou as interrupções nas estradas.
O foco principal dos investigadores agora é identificar a participação de empresas de ônibus. A polícia quer saber quem pagou pelo transporte de manifestantes até Brasília e se esses bloqueios possuem ligação direta com os ataques de 8 de janeiro.
Segundo Moraes, a continuidade do trabalho é fundamental para que todas as provas sejam coletadas de forma completa. Com o novo prazo, os agentes federais devem aprofundar a análise de dados antes de entregar o relatório final sobre o caso.




