Abrir um MEI em 2026 não custa absolutamente nada para o trabalhador. O processo de formalização e a emissão do CNPJ são serviços públicos gratuitos, desde que feitos pelo canal oficial do Governo Federal. Qualquer cobrança feita no momento do cadastro é indevida ou se refere a serviços particulares desnecessários.
O empreendedor deve ficar atento para não cair em ciladas. É comum que, logo após a abertura da empresa, cheguem boletos ou e-mails falsos cobrando taxas associativas. A regra é clara: o único pagamento obrigatório é o boleto mensal do DAS, e o site oficial para qualquer procedimento sempre termina em “.gov.br”.
Embora a abertura seja de graça, manter o negócio exige um compromisso mensal. O valor do boleto DAS é calculado com base no salário mínimo e inclui a contribuição para o INSS, garantindo direitos como aposentadoria e auxílio-doença. O custo varia um pouco dependendo se a atividade é de comércio, indústria ou serviços.
Além da taxa mensal, o microempreendedor pode ter gastos extras conforme a necessidade do negócio. Isso inclui a emissão de certificados digitais, tarifas bancárias de contas jurídicas e os custos caso decida contratar um funcionário, que gera um encargo previdenciário de 3%.
Para quem quer sair da informalidade com segurança, o recomendado é usar o aplicativo oficial do MEI ou o Portal do Empreendedor. Ter o CNPJ em dia abre portas para vender para grandes empresas, participar de licitações e conseguir crédito mais barato em bancos.




