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O candidato à reeleição votou neste domingo no ABC Paulista, fez um balanço positivo da campanha do segundo turno e criticou a estratégia de seu oponente
O processo de votação para a eleição presidencial ocorre em ritmo normal neste domingo (25), com expectativa de uma das apurações mais acirradas da história recente do país, informa a Rede Seta. O encerramento oficial da votação está programado para as 17h, no horário de Brasília, momento em que o Tribunal Superior Eleitoral iniciará a divulgação dos primeiros dados da contagem dos votos.
| Balanço da campanha e mobilizações de rua |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou na manhã deste domingo (25) em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, acompanhado por aliados políticos e apoiadores. Em pronunciamento à imprensa logo após deixar a cabine de votação, o candidato à reeleição fez um balanço da campanha de segundo turno e expressou forte otimismo em relação ao resultado das urnas.
Durante a coletiva, o presidente destacou o histórico de mobilizações populares na reta final da disputa. Lula se disse profundamente emocionado com o volume das manifestações de rua registradas nos últimos dias, mencionando de forma direta as caminhadas ocorridas no sábado (24) na Avenida Paulista, em São Paulo, e na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Segundo o mandatário, o engajamento orgânico visto nesta eleição superou os patamares de campanhas anteriores de sua trajetória.
| Críticas à estratégia da oposição |
Ante de votar e ao analisar o comportamento do eleitorado e a dinâmica dos debates no segundo turno, o presidente direcionou críticas firmes à estratégia adotada por seu oponente na disputa, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ao abordar o impacto das estratégias de comunicação e a propagação de informações ao longo do pleito, Lula subiu o tom em relação à conduta do adversário e afirmou: “Por isso que eu acho que o povo não vai eleger um mentiroso”.
A declaração do candidato do PT ocorre em um contexto de extrema polarização, no qual ambas as candidaturas trocaram acusações intensas sobre o uso de desinformação e ataques pessoais ao longo de toda a propaganda eleitoral.



