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Desentendimento entre profissionais de saúde em unidade médica de Juazeiro ganha repercussão nas redes sociais e leva maqueiro a registrar boletim de ocorrência após acusações.
| Foto: Reprodução | |
O clima ficou tenso no Hospital Regional de Juazeiro, na Bahia, após um desentendimento envolvendo a retenção de uma maca na unidade médica, segundo denúncia que ganhou repercussão nas redes sociais. A confusão ocorreu quando uma profissional de saúde teria cobrado veementemente de um maqueiro a liberação do dispositivo, que estaria retido no local há mais de duas horas, supostamente prejudicando o atendimento de outros pacientes à espera no município de Lagoa Grande, em Pernambuco.
| Contexto da denúncia e cobrança |
Durante a discussão, a profissional da área de saúde cobrou a reposição do equipamento e chegou a classificar a atitude como “irresponsável”, afirmando não se preocupar caso o funcionário acionasse as autoridades policiais. O episódio foi registrado em vídeo e amplamente compartilhado nas redes sociais, gerando repercussão na região do Vale do São Francisco.
| Versão do funcionário e afastamento |
Ao rebater as acusações, o maqueiro utilizou as mídias sociais para apresentar sua versão dos fatos. Segundo o trabalhador, a maca não pôde ser liberada porque o paciente encaminhado de Lagoa Grande estava entubado. O funcionário argumentou que não tinha autorização para manusear pacientes nessa condição e que, por esse motivo, não havia como buscar outra maca que estaria guardada no depósito.
Mostrando-se abalado psicologicamente pelo ocorrido, o profissional informou que se afastou temporariamente da empresa terceirizada onde presta serviços. Ele relatou ainda que registrou um boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Civil da Bahia, pois afirmou ter sido agredido verbalmente ou fisicamente pela servidora durante a discussão no hospital.
| Investigação e pedido de imagens |
O maqueiro relatou que recebeu apoio de diversas pessoas no dia da polêmica, mas também enfrentou críticas devido ao fato de o vídeo divulgado nas redes sociais ter sido supostamente editado. O profissional informou que já solicitou as imagens de segurança da empresa terceirizada para esclarecer de fato como o incidente aconteceu, aguardando apenas a autorização formal da Polícia Civil para ter acesso aos arquivos.
-Registro de boletim de ocorrência na delegacia local
-Solicitação de imagens de segurança à empresa terceirizada
-Afastamento temporário das atividades profissionais
-Apuração dos fatos pelas autoridades competentes




