O clima político esquentou em Feira de Santana neste sábado (9) durante a apresentação do terceiro Plano de Governo Participativo (PGP) do governador Jerônimo Rodrigues. O evento serviu de palco para duras críticas da base aliada contra o ex-prefeito ACM Neto, focando principalmente na forma como cada grupo planeja gerir o estado.
A deputada federal Lídice da Mata não poupou palavras ao classificar a estratégia de ACM Neto como sem sentido. Segundo ela, o opositor prefere buscar modelos ideológicos de segurança pública em São Paulo, que ela define como caótica, em vez de ouvir a população baiana e especialistas locais sobre os problemas reais da nossa região.
Já o deputado Angelo Almeida destacou que o diferencial de Jerônimo é a generosidade em escutar movimentos sociais, sindicatos e prefeitos. Para o parlamentar, o governo atual respeita as identidades de cada território da Bahia, garantindo que as entregas sejam feitas de acordo com o que o povo realmente precisa.
O próprio governador Jerônimo Rodrigues aproveitou a oportunidade para alfinetar o adversário, afirmando que a campanha da oposição tem um tom anti-lulista. A estratégia do governo é focar no contato direto com os moradores para montar as propostas de gestão.
O deputado Osni Cardoso reforçou o coro das críticas, afirmando que enquanto o time do governo está em campo aprendendo com a realidade do povo, outros candidatos preferem viajar para fora em busca de aprendizado. Para Cardoso, é hora de acabar com a conversa fiada e focar no jeito baiano de governar.
O PGP segue percorrendo os Territórios de Identidade da Bahia com o objetivo de coletar demandas regionais. A ideia defendida pelos aliados é que a solução para os problemas do estado deve nascer do debate público e não de fórmulas importadas de outras capitais brasileiras.




