sábado, 9, maio, 2026
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Jornalista é indiciado após sugerir que evangélicos percam o direito ao voto

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O jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul por discriminação religiosa. A decisão foi confirmada na quinta-feira (7) e o caso será encaminhado ao Ministério Público, que vai avaliar os próximos passos da investigação.

A polêmica começou em 28 de janeiro de 2026, quando Bueno publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que evangélicos não deveriam ter direito ao voto. Na gravação, ele disse ainda que os fiéis deveriam permanecer nos cultos, “pastando junto com o pastor”. O conteúdo viralizou e gerou uma enxurrada de reações nas redes.

Após representação feita pela Polícia Civil gaúcha, a Justiça determinou a retirada do vídeo do ar. Chamado a prestar depoimento, o jornalista optou por permanecer em silêncio.

A defesa de Eduardo Bueno emitiu nota afirmando que as declarações ocorreram “dentro dos limites legais do exercício da liberdade de expressão e da manifestação do pensamento”. Os advogados classificaram a fala como uma “crítica abstrata” de “finalidade jocosa” e negaram qualquer preconceito religioso. A defesa também sinalizou que o indiciamento será contestado na Justiça.

Em resposta ao indiciamento, Bueno publicou um vídeo no Instagram dizendo que o delegado “quer mídia” e prometeu se pronunciar de forma mais ampla sobre o caso.

Esse não é o primeiro episódio polêmico do jornalista. Em setembro de 2025, ele foi duramente criticado após comentar, sorrindo e batendo palmas, a morte do ativista conservador americano Charlie Kirk. Depois da repercussão negativa, Bueno admitiu que o “tom e a forma foram totalmente inapropriados”, embora tenha negado que estava comemorando o assassinato.

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