A General Motors se prepara para sacudir o mercado automotivo brasileiro em 2026 com o lançamento do Wuling Binguo S. O hatch elétrico, fruto de uma parceria com a chinesa SAIC, chega com a promessa ousada de tornar a rodagem até cinco vezes mais barata do que em um veículo flex comum.
O grande atrativo para o bolso do trabalhador é a comparação financeira: percorrer 100 km com o novo modelo custaria cerca de R$ 10,00 em energia. Para se ter uma ideia, um carro a combustão que faz 12 km por litro gastaria aproximadamente R$ 52,00 para completar o mesmo trajeto.
Com um preço estimado entre R$ 125 mil e R$ 135 mil, o Binguo S vai bater de frente com as versões mais caras de compactos populares como o Hyundai HB20. No entanto, o chinês leva vantagem no espaço interno e no torque instantâneo de seu motor de 101 cv, ideal para o trânsito das cidades.
A autonomia do veículo foi adaptada para a realidade brasileira, com fôlego para rodar entre 250 km e 280 km com uma única carga. Isso significa que o motorista comum, que roda cerca de 40 km por dia, precisaria carregar a bateria apenas uma vez por semana.
Por dentro, o modelo não economiza em tecnologia e oferece uma tela multimídia de 12,8 polegadas, painel digital e carregador de celular sem fio. O porta-malas também surpreende, podendo chegar a 1.450 litros de capacidade com os bancos rebatidos.
Além da economia no ‘combustível’, o dono do elétrico deve gastar muito menos com oficina. O carro dispensa trocas de óleo, filtros e manutenção de sistemas de escapamento, reduzindo drasticamente as paradas para reparos ao longo do ano.




