quinta-feira, 30, abril, 2026
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Clima esquenta em Brasília: Jorge Messias chama Jaques Wagner de ‘traíra’ após derrota para o STF

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O clima pesou nos bastidores do governo federal após a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) não escondeu a insatisfação e teria chamado o senador baiano Jaques Wagner de “traíra” em conversas reservadas com aliados.

Messias acredita que o líder do governo no Senado trabalhou contra sua aprovação. Segundo informações de bastidores, o ministro defende abertamente que Wagner seja retirado do cargo de liderança após o episódio, que expôs uma rachadura profunda na base aliada do presidente Lula.

A suspeita é que Jaques Wagner tenha se aliado ao senador Davi Alcolumbre para articular a derrota de Messias. O objetivo dessa manobra seria travar o fortalecimento do ministro André Mendonça, do STF, que era um dos principais entusiastas da indicação do chefe da AGU.

Outro ponto que apimenta a crise envolve o chamado “caso Master”. Relatos indicam que interesses ligados a esse processo judicial podem ter influenciado a movimentação política contra Messias, unindo parlamentares que antes pareciam estar do mesmo lado.

Para completar o cenário de tensão, surgiram informações sobre repasses financeiros que envolvem familiares do senador baiano. Uma nora de Jaques Wagner teria recebido R$ 11 milhões de uma instituição bancária ligada ao empresário Daniel Vorcaro, nome que aparece no radar das disputas políticas recentes.

Até o momento, o Palácio do Planalto tenta conter o incêndio político para evitar que a briga entre o ministro e o senador paralise as votações de interesse do governo no Congresso Nacional.

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