sexta-feira, 24, abril, 2026
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DeepSeek lança nova inteligência artificial com preço imbatível e desafia gigantes americanas

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A chinesa DeepSeek acaba de lançar o V4, sua mais nova inteligência artificial que promete sacudir o mercado global. O grande diferencial desta versão é o preço agressivo: enquanto concorrentes dos Estados Unidos cobram caro, o modelo chinês chega custando apenas uma fração do valor, iniciando uma verdadeira guerra de tarifas no setor tecnológico.

A nova ferramenta se destaca pela capacidade de leitura, com uma ‘memória’ oito vezes maior do que a versão anterior. Na prática, isso permite que a IA analise documentos extensos e mantenha diálogos complexos sem se perder, além de ter mais autonomia para resolver problemas lógicos de forma independente.

Para se ter uma ideia da economia, enquanto modelos americanos famosos chegam a cobrar cerca de R$ 125 por um milhão de dados processados, o V4 da DeepSeek faz o mesmo serviço por aproximadamente R$ 18. Essa redução de custos foi possível graças a novas técnicas de treinamento que gastam menos energia e processamento.

Apesar do avanço e do preço baixo, a tecnologia chinesa ainda enfrenta limitações. O sistema não consegue processar áudios, imagens ou vídeos de forma nativa, ficando atrás de concorrentes como Alibaba e ByteDance, que já oferecem esses recursos aos usuários.

O lançamento ocorre em um momento em que a startup busca investimentos bilionários para manter suas operações. O fundador da empresa, Liang Wenfeng, tenta levantar cerca de R$ 1,5 bilhão com investidores para cobrir os altos custos de talentos e servidores necessários para rodar a IA.

Nos bastidores, o clima é de tensão. Empresas americanas como OpenAI e Anthropic acusam a DeepSeek de ter usado resultados de modelos dos EUA para acelerar o próprio desenvolvimento. Além disso, o governo americano monitora laboratórios chineses sob suspeita de driblar controles de exportação de peças tecnológicas.

Mesmo com as polêmicas e a falta de chips avançados no mercado, a DeepSeek aposta no modelo de código aberto. O objetivo é provar que a China consegue competir de igual para igual com o Vale do Silício, oferecendo uma tecnologia eficiente e, principalmente, acessível para o bolso do consumidor.

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