O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou suas redes sociais para negar veementemente as informações sobre um suposto plano econômico de sua campanha. A polêmica começou após uma reportagem afirmar que sua equipe estaria discutindo cortes em gastos sociais e mudanças que afetariam diretamente os aposentados.
Com um carimbo de ‘fake news’ sobre a notícia, o parlamentar afirmou que o conteúdo é mentiroso e que o tema jamais foi tratado internamente com seus assessores. A reportagem em questão mencionava ajustes fiscais que poderiam chegar a 2% do PIB, mexendo em áreas sensíveis para a população.
Entre os pontos citados na denúncia estariam a desvinculação de gastos obrigatórios com saúde e educação, além de mudanças na forma como o salário mínimo é reajustado. Se seguidas, essas medidas poderiam limitar o crescimento de investimentos públicos e separar o aumento do mínimo dos benefícios da Previdência.
A repercussão foi imediata entre adversários políticos. Integrantes do Governo Federal e parlamentares de oposição aproveitaram a notícia para criticar o senador, alegando que as propostas representariam um retrocesso para os trabalhadores e para o sistema público de saúde.
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, chegou a declarar que as medidas seriam um ‘desmonte’ no país. Enquanto isso, o PT e outros partidos de esquerda replicaram as informações, gerando um forte embate digital sobre o futuro da proteção social no Brasil.
Até o momento, Flávio Bolsonaro mantém a postura de que as informações não passam de ataques políticos para prejudicar sua imagem. O senador reforça que não há qualquer projeto oficial que preveja o congelamento de benefícios ou redução de direitos básicos.




