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Campo Grande receberá cerca de R$ 6,8 milhões no terceiro decêndio do mês, montante repassado integralmente como parcela, sem valor adicional de reserva. O recurso é transferido pelo Tesouro Nacional diretamente ao caixa municipal e pode ser aplicado conforme as prioridades definidas pela administração local, respeitados os percentuais constitucionais vinculados a áreas como saúde e educação.
Primeiro lugar no ranking estadual
No recorte de Mato Grosso do Sul, o município ocupa a 1ª posição entre os 79 municípios contemplados nesta distribuição, o que coloca Campo Grande entre os maiores repasses do estado no decêndio. A ordem reflete os coeficientes aplicados a cada cidade, e não decisões administrativas sobre o uso do dinheiro.
Acumulado do ano em alta
Com esse crédito, o FPM destinado a Campo Grande em outubro chega a aproximadamente R$ 17,4 milhões. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste repasse, o fundo soma cerca de R$ 297 milhões para o município.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até 30 de outubro alcança cerca de R$ 239 milhões, ante aproximadamente R$ 218 milhões no mesmo intervalo de 2025. A diferença entre os dois períodos corresponde a uma variação de 9,70%.
Como funciona o fundo
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, arrecadados pela União. A divisão entre as cidades segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em dados populacionais. Os valores são liberados em três decêndios a cada mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o último repasse de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, o que pode alterar a data efetiva de entrada do recurso na conta do município.
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