quinta-feira, 14, maio, 2026
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Remo derruba Bahia na Copa do Brasil e aprofunda crise do Tricolor em 2026

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O Bahia deu adeus à Copa do Brasil 2026 de forma amarga. Na noite desta quarta-feira (13), o Tricolor perdeu para o Remo por 2 a 1 no Estádio Mangueirão, em Belém, no jogo de volta da quinta fase da competição. Com o 3 a 1 no jogo de ida, em Salvador, o Remo fechou o placar agregado em 5 a 2 e se classificou para as oitavas de final.

Com o resultado, o Bahia está eliminado da Copa do Brasil 2026 na primeira fase que disputou nesta temporada, restando somente o Campeonato Brasileiro para disputar até dezembro. A queda representa mais um tropeço doloroso para um clube que já havia sido eliminado da pré-Libertadores ainda nas fases iniciais do ano.

O Esquadrão tentou a virada desde o início. Com poucas chances criadas nos primeiros minutos, o Tricolor de Aço encontrou o caminho do gol aos 21 minutos: Everton Ribeiro cruzou na cobrança de escanteio e Erick mandou para o fundo da rede do goleiro Marcelo Rangel. A vantagem, porém, durou pouco. Aos 34 minutos, o Remo empatou com Patrick: após cruzamento de Jajá, Alef Manga bateu a gol, Léo Vieira espalmou para o meio da área, e no rebote Patrick ganhou a disputa com Acevedo para mandar às redes.

Na segunda etapa, o Bahia seguiu tentando, mas o roteiro foi frustrante. O Tricolor chegou a marcar com Everaldo, aos sete minutos do segundo tempo, mas, após análise do VAR, o gol foi anulado por toque no braço de Acevedo no início da jogada. Depois, Nestor se livrou da marcação e mandou para o gol, mas a arbitragem viu falta em Marllon e o lance foi invalidado. Aos 33 minutos, Erick chutou para a rede em mais um bate-e-rebate, mas o assistente marcou impedimento. Três gols anulados em uma noite só.

Nos acréscimos, aos 47 minutos, Leonel Picco recebeu de Matheus Alexandre e bateu para fazer o segundo gol do Remo, selando a classificação dos paraenses. O placar de 2 a 1 na partida, somado ao revés anterior, resultou numa eliminação por 5 a 2 no agregado.

A derrota escancarou os problemas que o Bahia arrasta há semanas. Com o resultado, o time baiano chegou a seis jogos sem triunfo, acumulando três empates e três derrotas. O clube já havia sofrido a eliminação precoce na Copa Libertadores diante do O’Higgins, e agora some do único mata-mata nacional que ainda disputava.

A pressão sobre o técnico Rogério Ceni se intensifica. O treinador enfrenta a maior cobrança desde sua chegada ao clube — a torcida chegou a pedir sua saída no jogo contra o Cruzeiro, e a sequência negativa corrói sua credibilidade. Antes da partida no Mangueirão, Ceni havia admitido publicamente a fragilidade do momento: “A gente almeja chegar em posições mais altas em 2026, mas é um momento de fragilidade. Precisamos de luta para sobreviver a esse momento difícil.”

Do lado do Remo, a classificação tem sabor histórico. O Leão Azul segue em busca de superar sua melhor campanha na história do torneio, registrada em 1991, quando foi eliminado para o Criciúma na semifinal. O time paraense aguardará o sorteio das oitavas de final para conhecer seu próximo adversário na competição.

Para o Bahia, resta o Campeonato Brasileiro como única frente na temporada. Os comandados de Rogério Ceni terão pela frente o Grêmio no próximo domingo (17), às 16h, na Arena Fonte Nova, em Salvador. A partida já vai exigir uma resposta do time diante de uma torcida cada vez mais impaciente.

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