O dono da Meta, Mark Zuckerberg, confirmou que a empresa passará por novas ondas de demissões em massa. O motivo principal é o alto custo para manter a infraestrutura de Inteligência Artificial (IA), o que obriga a companhia a escolher entre investir em máquinas potentes ou manter o quadro de funcionários.
Durante uma reunião interna, o executivo explicou que os servidores e chips necessários para a IA são caros demais. Segundo Zuckerberg, se a empresa gasta mais em tecnologia para atender aos usuários, sobra menos dinheiro para pagar pessoal, o que exige uma redução no tamanho da equipe.
Apesar da justificativa financeira, o clima entre os trabalhadores é de revolta. Além do medo de perder o emprego, os funcionários criticam a falta de clareza sobre as demissões e um novo sistema que monitora cliques e movimentos do mouse para treinar robôs de IA.
A previsão é que cerca de 10% de toda a força de trabalho da Meta seja cortada já no dia 20 de maio. O plano de demissões não para por aí, com novos cortes já sendo planejados para o segundo semestre de 2026.
Questionado sobre o futuro da empresa e a segurança dos empregos a longo prazo, Zuckerberg foi direto ao dizer que não possui um plano infalível. Ele admitiu que ninguém sabe exatamente como essa transição tecnológica vai terminar nos próximos anos.




