O ex-ministro João Roma, que comanda o PL na Bahia, afirmou que o partido está focado em aumentar sua bancada nas próximas eleições. A meta estabelecida pela liderança é garantir quatro cadeiras na Câmara Federal e, pelo menos, seis vagas na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
Roma reconheceu que a montagem das chapas tem causado um certo “quebra-pau” interno, mas garantiu que as disputas por espaço são normais na política. Para ele, o desconforto entre os candidatos é sinal de que o partido está sendo procurado e se tornando mais competitivo no estado.
Atualmente, o PL conta com três deputados federais baianos. O crescimento esperado reflete a estrutura da sigla, que hoje é a maior do Brasil e detém cerca de 20% de todo o tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão.
Entre os nomes que reforçam a estratégia estadual, o dirigente destacou a chegada do deputado Samuel Júnior e de Paulo Câmara. Segundo Roma, a entrada de parlamentares que já possuem histórico de votação expressiva é fundamental para que a legenda ocupe um lugar de destaque na Bahia.
O presidente do PL reforçou que, apesar das inseguranças que surgem entre os pré-candidatos durante a organização dos grupos, o resultado final será uma chapa robusta para a disputa de outubro.




