quarta-feira, 22, abril, 2026
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Anvisa proíbe perfumes íntimos e restringe venda de suplementos de cúrcuma no Brasil

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A Anvisa determinou a proibição e o recolhimento imediato de perfumes íntimos e produtos para disfarce de calvície em todo o país. A medida foi tomada porque esses itens não possuem registro sanitário ou são fabricados por empresas sem autorização, o que coloca em risco a saúde de quem usa.

Além dos cosméticos, a agência apertou o cerco contra os suplementos alimentares à base de cúrcuma. A partir de agora, as empresas devem respeitar limites rigorosos de dosagem, variando entre 80 mg e 130 mg por dia, para evitar casos de toxicidade no fígado e hepatite.

Os fabricantes de suplementos têm um prazo de seis meses para adaptar as fórmulas e os rótulos. Durante esse tempo, os produtos que já estão nas prateleiras podem ser vendidos, mas as marcas são obrigadas a colocar alertas de segurança em seus sites e canais de atendimento.

As novas embalagens de cúrcuma deverão trazer avisos claros proibindo o consumo por grávidas, mulheres que amamentam, crianças e pessoas com problemas gástricos ou no fígado. A regra vale apenas para cápsulas e extratos concentrados, não afetando o uso da cúrcuma como tempero na cozinha.

A restrição coloca o Brasil na mesma linha de países como França e Itália, que já haviam identificado efeitos colaterais graves pelo uso excessivo dessas substâncias. O perigo está na concentração do composto, que é muito maior no suplemento do que na comida comum.

Para quem costuma comprar cosméticos como o “perfume de calcinha”, a orientação da Anvisa é parar o uso imediatamente. A agência reforça que produtos sem registro não garantem a pureza da matéria-prima e podem causar irritações ou danos severos à pele.

O consumidor deve sempre conferir se o número de registro impresso na embalagem é verdadeiro antes de levar o produto para casa. Consultar o site oficial da Anvisa é a melhor forma de garantir que o que você está comprando passou pelos testes de segurança exigidos por lei.

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